![]() |
|||
![]() |
A HISTÓRIA
|
Tudo começou em meados dos anos 70 com a invenção de um novo passatempo, o video-game, não possuindo a disponibilidade de se usar cartuchos chamados por muitos de ping-pong, que possuía os jogos de futebol, paredão e tênis, onde jogavam um ou dois jogadores. Um vídeo-game ultrapassado, mas que os saudosistas adorariam possuí-lo. No começo dos anos 80, a geração de arcades já começa a ser inventada e anuncia a revolução dos games, nascendo daí heróis como o Pac-Man e Donkey-Kong, que reinaram absolutos por quase toda a década. Nesta mesma década, sem registro de data e ano, é lançado nos EUA em primeira mão e depois para todo o mundo o ATARI, a sensação em vídeo-game. Ele possuía a compatibilidade de se usar cartuchos dos mais variados títulos como os grandes sucessos Pitfall, River Raid, H.E.R.O., Tarzan, Snoop, Enduro entre outros inúmeros títulos que chegaram ao número de 800. Outra novidade trazida com o ATARI foram os cartuchos com mais de um jogo. Com a explosão do consumo neste começo de década, apareceu o concorrente direto do ATARI, entitulado de Odissey da Multinacional Philips, na qual adquiriu uma boa parte do mercado no âmbito nacional de games-maníaco. (A Loc-Tel Games, DVD players e CD music, DVD players e CD music possui para amostra alguns cartuchos de Odissey). Esta explosão, ou melhor revolução a partir de então, para a felicidade dos game-maníacos e adeptos direciona a sofisticação em games e vídeos convidando a Nintendo e a Sega para a briga de mercado e eventual vitória, pois de seus vídeo-games possuíam a incrível potência de 8 bits. Isto em meados de 1986 e 1987.
Pouco depois no Brasil, e com algumas mudanças, o vídeo-game da Sega chega pela representante e empresa Tec-Toy com o nome de Master-System e o vídeo-game da Nintendo sem mudanças sem mudanças, apenas com adaptações de uso, chegou com o mesmo nome da empresa. A Gradiente no Brasil lança então o Phamtom System, compatível apenas com os cartuchos da Nintendo de 8 bits, abrindo depois disso uma porta para entrada de inúmeros vídeo-games compatíveis com ambos, apenas sendo diferenciado pelo número de pinos, 60 ou 72. Criaram problema? Não pois um acessório propositalmente inventado resolveu o problema: o adaptador, que possuía duas versões: de 60 para 72 pinos ou de 72 para 60. Já o Master System não possuía vídeo-game compatível e só aceitava os próprios cartuchos. Por um período de alguns anos, estes games reinaram absolutos, sem nenhuma ameaça de outras marcas ou das empresas criadoras. Apenas no começo da década de 90 é que estas mesmas empresas criadoras. Apenas no começo da década de 90, estas mesmas empresas anunciaram outra grande inovação: is vídeo-games de 16 bits, como o Super Nintendo (da Nintendo) e o Mega Drive (da Sega), também conhecido como Gênesis no resto do Mundo. Ambos eram incompatíveis entre si, assim como nos games de 8 bits, e sem vídeos paralelos. A partir de então a Nintendo iniciou uma parceria no Brasil com a Playtronic, parceria esta que iniciou a importação do Super Nintendo. Já a Sega era parceria da Tec-Toy desde o lançamento do Master System.
Esta nova geração de games sufocou os games de 8 bits mas não os eliminou do mercado, passando o reinado para os seus sucessores. Estas duas gerações fabricaram novos heróis como os irmão mortais Mário e Luigi (maior sucesso da Nintendo) e os games secundários como Donkey-Kong, Zelda, Metroid, Mega Man e outros. A Sega por sua vez, tinha dois personagens dividindo a atenção dos game-maníacos: Alex Kide Sonic, que animam os games até os dias atuais. Logo na seqüência de lançamentos é idealizado e fabricado as mais novas gerações de games, a ATARI chega ao mercado novamente com o seu Jaguar; a Sega inova e lança o seu Sega CD que é apenas um Mega Drive só que ao invés de usar cartuchos utiliza o jogo em CD. A Neo Geo, líder no Brasil em jogos para arcades, lança seus arcades domésticos em Cds e cartuchos. A Panasonic invade o mercado lançando o 3DO, que utiliza os jogos em CD e prometia ser um sucesso em vídeo-game. Na seqüência de games em CD, a Sony lança o seu vídeo-game que é um sucesso pela variedade de jogos e disponibilidade no mercado, o Playstation. Em meados de 1997 e 1998 (mesma época do Playstation) a nintendo agrega a este mercado o seu vídeo-game, o Nintendo 64, possuindo jogos altamente definidos na parte gráfica, sonora e animação.
Em 1999, a Sega lança um vídeo-game competitivo com os dois maiores sucessos no Brasil (Playstation e Nintendo 64): o Dreamcast, que para muitos fãs demorou a ser lançado. Com expectativas alcançadas, o Dreamcast lança jogos que arrancarão suspiros de quem vê e joga. Na virada do milênio, a Sony arrebenta com o Playstation 2, uma geração que inicia e atiça a criatividade e imaginação dos game-maníacos, admiradores, seus concorrentes e seus próprios criadores.
Em aproximados 25 anos, os vídeo-games fascinaram a imaginação de todos, mas algum dia a magia acabará? Em alguma geração mais avançada poderemos participar diretamente dos jogos? Estas são perguntas que todos nós fazemos e que não temos ainda resposta. Mas, caso você chegou até o final desta história, se quiser contribuir com mais alguma informação, ou mesmo responder a esta e outras perguntas que ainda irão surgir, entre em contato conosco... Estaremos esperando!